Estamos em 11 de outubro e, até agora ao que tudo indica, já elegi meu favorito de 2009 com uma facilidade incrível. Moby e seu Wait For me, lançado em junho deste ano, ganham essa íntima disputa com sua atmosfera calma e por vezes sombria, sem deixar espaço para o lado arroaceiro do músico, o qual tanto havia se dedicado esse tempo todo.
Na bela mistura de ritmos negros com arranjos clássicos e eletrônicos de tirar o fôlego, o novaiorquino Moby (Richard Hall na vida real) reaparece em sua melhor forma desde “Play” de 99. A segunda faixa intitulada “Pale Horses” é uma amostra importante do que vem a frente: deixou de lado a pegada pop sem vida a qual já havia se habituado em lançamentos nem tão convincentes assim (a exemplo de “Last Nite” em 2008 e “Hotel” em 2005, todos álbuns festivos), para se dedicar ao que mais lhe cai bem, a mistura de sons étnicos aos computadorizados sem deixar de lado os vocais femininos e as excentricidades como em “Study War” – quarta faixa do álbum, um belíssimo discurso negro musicado.
Tudo em Wait For Me soa íntimo, fácil e extremamente bem cuidado. Nunca Moby soou tão verdadeiro em sua música, transparecendo o que acredita realmente ser qualidade em termos de música. O cara se descortinou pela produção de Ken Thomas do Sigur Rós, além de contar com a sua própria. Contou com a inspiração de um discurso do cineasta e escritor fantástico David Lynch, onde ele tratava da criatividade e os efeitos trazidos pela pressão negativa e positiva do mercado em geral. Entraram em contato e Lynch foi responsável pela direção do clipe do primeiro single do álbum “Shot In The Back Of The Head”.
Produção de um Sigur Rós, inspiração em David Lynch... Imagina-se uma obra-prima, certo? Certíssimo!
Na bela mistura de ritmos negros com arranjos clássicos e eletrônicos de tirar o fôlego, o novaiorquino Moby (Richard Hall na vida real) reaparece em sua melhor forma desde “Play” de 99. A segunda faixa intitulada “Pale Horses” é uma amostra importante do que vem a frente: deixou de lado a pegada pop sem vida a qual já havia se habituado em lançamentos nem tão convincentes assim (a exemplo de “Last Nite” em 2008 e “Hotel” em 2005, todos álbuns festivos), para se dedicar ao que mais lhe cai bem, a mistura de sons étnicos aos computadorizados sem deixar de lado os vocais femininos e as excentricidades como em “Study War” – quarta faixa do álbum, um belíssimo discurso negro musicado.
Tudo em Wait For Me soa íntimo, fácil e extremamente bem cuidado. Nunca Moby soou tão verdadeiro em sua música, transparecendo o que acredita realmente ser qualidade em termos de música. O cara se descortinou pela produção de Ken Thomas do Sigur Rós, além de contar com a sua própria. Contou com a inspiração de um discurso do cineasta e escritor fantástico David Lynch, onde ele tratava da criatividade e os efeitos trazidos pela pressão negativa e positiva do mercado em geral. Entraram em contato e Lynch foi responsável pela direção do clipe do primeiro single do álbum “Shot In The Back Of The Head”.
Produção de um Sigur Rós, inspiração em David Lynch... Imagina-se uma obra-prima, certo? Certíssimo!
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