Superando todas as expectativas e acima de qualquer previsão feita pelos críticos ou entendidos no assunto, o Verve volta em 2008 fazendo música de extrema qualidade e bom gosto. Subestimados no passado como banda, tendo excelentes discos esfumaçados pelo sucesso de um só single, o The Verve não somente terminou suas atividades em 1999, mas ao longo dos anos 90 chegaram a se separar para após retornar (mais precisamente em 1995 voltando dois anos após para arrebatar o mundo com “Bittersweet Simphony”). Na verdade, eles formam uma banda tão importante e tão pouco ouvida que nunca deveria ter se separado.
O retorno da banda já vale simplesmente pelo fato deles conseguirem trazer a tona um disco de boa qualidade, tendo em vista que retornos demorados raramente trazem boas surpresas. Portishead por exemplo, demorou um tempo enorme para produzir um álbum com faixas inéditas para reaparecer com o insosso Third, sem surpresa alguma e fazendo até o que não deveria: descaracterizando um pouco o bom som da banda e adicionando elementos desnecessários e sem vida. Não é o caso do grupo de Ashcroft.
Grande banda, grande disco: excelente retorno!

Um comentário:
very cool.
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